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Igreja Velha de Aldoar

11.07.2026

15:00

Casa dos Arcos

A Nossa História

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A nossa história começou cedo demais para sabermos que estava a começar uma história. Foi no colégio, no 11.º ano, numa altura em que Abril ainda era só um mês no calendário, até deixar de ser.

A música entrou quase ao mesmo tempo. Aproximou-nos, ligou conversas e criou silêncios confortáveis. Descobrimos rapidamente que quase sempre ouvíamos o mesmo… e que, mesmo quando não ouvíamos, também não havia problema. Taylor Swift e punk rock não costumam andar de mãos dadas, mas nós aprendemos cedo que o truque está em saber harmonizar.

Quando nos estávamos a conhecer, decidimos complicar de forma simples: adotamos a “lemon law”. Inspirados por uma série de comédia (porque o humor sempre foi essencial na nossa relação), combinámos que tínhamos de dizer exatamente o que estávamos a achar um do outro, sem rodeios. Era quase uma brincadeira, mas foi ali que a nossa comunicação se tornou direta, honesta e, surpreendentemente, fácil. Às vezes pode ser azeda, mas quase sempre é refrescante.

Somos diferentes, isso ficou claro desde cedo. E talvez por isso a nossa bolacha favorita diga tanto sobre nós. Tal como os húngaros, somos duas partes distintas: uma mais calma, ponderada e serena; outra mais dinâmica, despachada e impaciente. Sabores diferentes, funções diferentes, mas que só juntos é que fazem sentido. Até fisicamente a metáfora funciona, mas isso é só um bónus.

Entre viagens e o (f.c.)Porto, entre aeroportos e o estádio, percebemos que partilhamos paixões que nos fazem perder a noção do tempo. Seja com um cachecol ao pescoço ou de mochila às costas, há momentos em que nada mais interessa e isso, para nós, é felicidade. 

Gostamos de ver o pôr do sol. Talvez porque nos lembra que mesmo nos dias menos bons, o dia acaba sempre. E porque, no fim, temos sempre um ao outro. Somos o pôr do sol um do outro: o lugar seguro onde tudo abranda.

E se tudo isto começou fora de casa, acabou por ser sempre casa, porque foi juntos que aprendemos a descansar, a parar e a estar. A nossa relação que sempre foi esse lugar seguro agora vai ganhar uma morada, um espaço físico e uma vida partilhada todos os dias.

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